Quanto ganha um criador de conteúdo digital?

Uma perguntinha que sempre chega no instagram da nossa CEO, Rejane Toigo (@rejanetoigo), é: dá pra viver de criar conteúdo?

A resposta: é de conteúdo que vive a Globo, a Netflix, as universidades, as gigantes do cinema, as livrarias, entre muitas outras corporações.

Hoje, falar sobre criar conteúdo está automaticamente ligado ao trabalho na internet. Quando o acesso às redes apenas fez o trabalho de democratizar o acesso e a produção de conteúdos.

É porque essa possibilidade se abriu que profissionalizar a produção de conteúdo que aumentou tanto a demanda por esse profissional.

O mercado de conteúdo digital absorveu jornalistas, publicitários, editores de vídeo, entre outros profissionais que se formaram para atuar em outras frentes.

Essa também foi a minha história.

A criação de conteúdo mudou os rumos da minha carreira,  e as perspectivas continuam de crescimento.

Eu sou a Sabrina Idalêncio, redatora de blogs da Like Marketing, e vou compartilhar aqui a minha história como redatora social media.

Da CLT ao MEI

Quando 2017 começou, eu sabia que precisava arranjar um emprego.

Tinha acabado de completar 24 anos, estava formada em jornalismo há 2. Não aguentava mais parente me perguntando o que faria da vida, já que não tinha casado nem queria prestar concurso público.

Fui candidata a todo tipo de vaga de comunicação. Em alguns casos, faltava o tato com o mundo digital. Em outras, faltava o famoso QI (quem indica).

Ao meu redor, diversos colegas recém-formados em Jornalismo também estavam desempregados. Ninguém sabia direito o que fazer. Culpamos a crise.

Tentei de tudo. Andei de ônibus até cidades que eu não conhecia para entrevistas de emprego, telefonei para políticos pedindo oportunidades e até carta de recomendação do proprietário do jornal onde trabalhei eu pedi.

Não conseguia nada e já estávamos entrando no mês de março de 2017.

Desesperada, escrevi em um anúncio que procurava por designer que que era jornalista e ofereci meu serviço. Nunca me responderam. Mas, uma pessoa importante leu meu comentário.

No dia seguinte, chegou uma solicitação de amizade no meu Facebook. Aceitei e, na mesma hora, um rapaz disse que tinha visto aquele comentário. Ele trabalhava em outra agência de marketing, onde estavam procurando por um redator freelancer.

Dei pulos de alegria. Mas, ele me explicou que não era um emprego fixo, era para ser redator freelancer. Isso não tinha passado pela minha cabeça, apesar dos anúncios sobre “trabalhar de qualquer lugar do mundo” pipocando nas minhas redes sociais.

De verdade, como uma jornalista séria como eu poderia acreditar em um anúncio prometendo renda? E ainda ilustrado por um notebook na praia ou na montanha? Fiquei com receio da proposta, mas como a agência ficava a 15 minutos da minha casam aceitei ir até lá ter uma reunião.

Fui recebida pela gestora de conteúdo e pelo gestor de projetos em um espaço super moderno e bem decorado.

Sentada em uma cadeira Eames, ouvi atenta sobre os projetos que iria trabalhar. Super sérios e profissionais, os gestores me recomendaram certificações gratuitas de produção de conteúdo para internet e me orientaram a fazer o cadastro como MEI.

Fiquei segura quando, ao final da conversa, assinamos um contrato de prestação de serviços com valores por job já definidos.

Ainda bem, porque eu não fazia ideia de quanto cobrar. Os valores praticados estavam bem acima do mercado, o que só descobri mais tarde e vou detalhar melhor mais para frente.

Na realidade, eu não estava preocupada com o quanto iriam me pagar. Meu foco era outro: mostrar o meu valor e garantir uma cadeira dentro daquela agência muito em breve.

Escrevendo para blogs

Apesar de “novinha”, eu já trabalhava com texto há um tempinho. Além de ser formada em Jornalismo, já tinha trabalhado em assessorias de comunicação e jornal impresso.

Não escolhi meu curso superior porque queria trabalhar na Globo. Sou leitora desde os 4 anos de idade e Língua Portuguesa sempre foi minha matéria favorita na escola. Nunca alguém precisou me obrigar a ler e estudar. Busquei tudo por conta própria.

Mas, agora, eu estava diante de um novo mundo. Minhas palavras iriam se encaixar em  uma estratégia de Inbound Marketing, o que eu não fazia ideia do que significava.

Não sou de me meter com aquilo que não conheço.

Antes de começar o primeiro freela, acessei o curso de Inbound Marketing da Hubspot. Foi o meu primeiro contato com o mundo do marketing de conteúdo.

Na faculdade, tive boas aulas de Jornalismo Digital. Aprendi sobre infografia, SEO, algoritmos, mas nada sobre marketing.

Toda a parte de digital era voltada ao Jornalismo. E a maioria das disciplinas tinha como foco a produção para impresso (concluí o curso em 2015).

O pessoal daquela agência usava o Trello para distribuir as tarefas, e o meu nome estava marcado em muitas.

Com base nas entregas daquele mês, eu receberia R$ 500. Uma fortuna para quem vivia de jobs pontuais sem recorrência (fotografia de eventos, edição de vídeos, pequenos textos).

Ao concluir minhas entregas, já tinha feito o cadastro como MEI. Emiti a nota fiscal conforme solicitado pela empresa e recebi direitinho o valor na minha conta no dia previsto pelo contrato.

Com o primeiro “salário”, comprei o livro do Rafael Rez sobre Marketing de Conteúdo e compreendi a principal diferença entre jornalismo e conteúdo. Enquanto o texto jornalístico é um produto, o texto do conteúdo é um meio para gerar resultados.

Sempre tive pavor de vendedores em geral justo por via das posturas invasivas ao falar dos seus produtos.

De forma que fiquei encantada com essa nova era do marketing onde o consumidor é atraído por conteúdos interessantes, em vez de ser aporrinhado com anúncios que não quer ver.

Minha alegria foi cancelada quando percebi que a demanda por artigos e e-books do mês seguinte seria bem menor, menos que a metade do primeiro mês.

De imediato, fiquei insegura e perguntei se estavam gostando do meu trabalho.

Deram um feedback positivo e disseram que as demandas do primeiro mês só eram volumosas porque o redator anterior tinha deixado pendências. E, dali para frente, a demanda seria parecida, sem aumentar ou diminuir muito.

A preocupação voltou. Eu ainda queria uma vaga lá na agência, mas enquanto não rolava, precisava aumentar meus ganhos.

Olhei para meus papéis de microempreendedora individual e fui pensando… Agora, eu tinha CNPJ. Era uma empresa! Dei-me conta que poderia prestar serviços a qualquer negócio.

Eu precisava encontrar outros projetos para trabalhar enquanto não me contratassem. Mas, onde e como?

Prospectando novos clientes

Eu nunca tinha me visto como vendedora. Tinha medo de parecer chata e insistente.

Agora, o marketing de conteúdo tinha me ensinado o caminho oposto: para despertar interesse, é preciso ser interessante.

Eu tinha um desafio. Encontrar quem precisasse do meu serviço.

Quando concluí o Curso de Produção de Conteúdo e peguei a certificação, fui levada a uma página com convite para ser freelancer daquela plataforma. Fiz minha inscrição e enviei um texto como amostra do meu trabalho, que precisava ser aprovado.

Aguardei alguns dias e não obtive resposta. Estava quase na metade do mês, já tinha terminado os freelas da agência e não podia esperar mais.

Digitei na busca do Facebook: “redator freelancer”.

Apareceram vários grupos e entrei em todos que encontrei. Cheguei atirando pra todo lado, demonstrando interesse por todo e qualquer projeto que aparecia.

Uma pessoa percebeu que eu estava disposta a tudo e me chamou em mensagem particular.

Disse que tinha uma grande demanda de textos e precisava de um bom redator.  Fiquei muito feliz, é claro! Ela me pediu um orçamento e enviei os valores que a agência me pagava por artigo de blog, chamada de Facebook e e-book.

Ela me respondeu dizendo que os valores eram muito acima do que ela praticava, agradeceu a atenção e disse que não poderia pagar tanto por texto.

Voltei atrás e perguntei o quanto ela queria pagar, afinal, eu precisava do trabalho…

Ela me ofereceu 10 reais por artigo de mil palavras. Primeiro, pensei que uma jornalista formada não podia trabalhar por tão pouco. No entanto, eu estava com tempo livre e precisava do dinheiro. Aceitei a demanda de 20 artigos até o final do mês.

Além dela, outros interessados, praticando valores entre 10 a 20 reais por artigo, também contrataram o meu serviço. Quando finalmente fui aprovada pela plataforma que enviei candidatura, minha agenda já estava cheia.

Escrevi sobre todos os assuntos possíveis e impossíveis. Como se tornar vegetariano, vantagens da educação à distância, dicas de RH, qual móvel mais combina com sua casa, como usar linguagens de programação que eu não conhecia, até soluções para impotência masculina.

Acho que naquele mês eu não dormi. Apesar dos valores baixos, consegui fechar o mês ganhando mais dinheiro do que no mês anterior.

Nos 3 meses seguintes, meu pequeno negócio de redatora freelancer virou um leilão. Contratava quem pagava mais.

Rapidamente, abandonei os clientes que pagavam menos de 25 reais por artigo. Escalando os valores e mantendo a produtividade, já no terceiro mês ultrapassei os 1000 reais mensais. No final de 2017, eu já tinha uma renda semelhante ao salário de jornalista, entre 2000 e 2500 reais mensais.

Encontrando a Rejane Toigo

Meu 2017 terminou muito melhor do que começou. Eu tinha dinheiro, tinha namorado e, olha só que chique, tinha uma empresa.

Iniciei 2018 cheia de planos. Queria comprar um carro para ser mais independente e conseguir atender clientes diretos. Mas, para isso, precisaria aumentar meus preços e trabalhar mais. Era assim que minha cabeça funcionava na época.

Além daquela agência da minha cidade, que eu continuava atendendo, encontrei muitas outras que permaneceram comigo por muito tempo.

A maioria delas começava pagando entre 30 e 40 reais por um texto de blog. Somente após alguns meses escalava os valores para 10 centavos a palavra.

Eu sabia que o único meio para melhorar o meu trabalho era estudar. Já tinha investido em livros e cursos diversos e até pós-graduação em Gestão de Marketing eu fiz.

De tanto procurar por “marketing de conteúdo” no YouTube, chegou a recomendação de um vídeo da Rejane Toigo. Primeiro, pensei: aff, mais uma. Eu estava enganada.

Já na abertura eu vi que ela era diferente, pois na vinheta tinha um cérebro.

Ela era espontânea, contava histórias da vida dela e conversava com o Steve Jobs estampado na parede. Rapidamente, assisti a outros vídeos do canal.

Fiz minha inscrição e deixei comentários sobre o quanto eram interessantes os assuntos abordados.

Para minha surpresa, ela respondeu! Era a primeira vez que alguém me respondia no YouTube, então, comecei a comentar sempre. Foi ali que comecei a estudar Neuromarketing pela primeira vez e me apaixonei pelo assunto.

No final de 2017, Rejane falou em um vídeo que buscava por redator de blogs. Deixei no comentário o meu interesse e ela pediu pra eu fazer contato.

Enviei meu portfólio para a Like Marketing e me solicitaram um texto de teste. Com todo o furdunço do fim de ano, fiquei sem resposta.

Logo em janeiro de 2018, enviei uma mensagem perguntando se a vaga ainda existia. Eu estava ávida por mais projetos. Prontamente recebi uma resposta. Tinham gostado do meu texto e seria encaixada em dois novos projetos que a agência tinha começado.

Comecei a escrever para esses projetos e seguia prospectando novos clientes, completamente focada no trabalho. Meu namoro fazia cada vez menos sentido, de forma que levei um pé na bunda em pleno carnaval. Nem liguei. Passei o feriado trabalhando.

Alguns meses depois, recebi uma mensagem da própria Rejane Toigo, com quem eu nunca tinha tido contato direto

Meu contato na Like era minha xará Sabrina Bender, responsável pelas minhas demandas e pelas cobranças. Mas, agora, Rejane queria uma reunião comigo e precisava ser exatamente ali e agora. Fiquei surpresa e, obviamente, aceitei.

Acompanhada da Sabrina, ela falou que estava muito satisfeita com o meu desempenho nos projetos e, por isso, gostaria que eu fosse redatora dos blogs de todos os clientes. Fiquei muito feliz e aceitei, apesar de não ter agenda.

Lembro bem que, em maio de 2018, eu assumi 5 projetos da Like. Ao todo, eram 20 artigos de blog por mês que eu não sabia que horas ia escrever para entregar.

Só que eles eram muito rigorosos com prazo, o que me fazia virar madrugadas trabalhando. Eu não podia decepcionar Rejane Toigo, pensava.

Nos meses seguintes, os projetos aumentaram. Percebi o quanto a empresa estava expandindo e me senti segura para abandonar outros projetos de outras agências que pagavam menos ou eu não curtia tanto.

Eu recebia interessados no meu trabalho com frequência, a ponto de dispensar e enviar para colegas do curso de jornalismo.

Em dezembro, eu já participava de 10 projetos com a Like. Eram 40 artigos por mês, além dos e-books que sempre eram solicitados. A Like, sozinha, representava metade dos meus ganhos.

Assim, terminei o ano com rendimentos dobrados em relação ao ano anterior. Estava faceira, de moto pra lá e pra cá e com viagem marcada para Buenos Aires em fevereiro de 2019. O ano tinha sido uma pauleira, mas conquistei objetivos importantes para mim.

O ponto de virada

Àquela altura do campeonato, eu já dominava bem a redação de conteúdos, mas queria mais. Mais aprendizado e, por consequência, mais ganhos.

Eu já tinha ouvido falar que era possível ganhar um dinheirão como copywriter, escrevendo menos e ganhando mais, mas não sabia por onde começar.

Comprei alguns cursos e fiz, mas não conseguia fechar projetos tão facilmente como fechava trabalhos de redação de blog e redes sociais.

Assim, fiquei muito feliz quando a Rejane me convidou para o curso de Copywriting com o Fred Ribas, que rolou em fevereiro de 2019 na Like Marketing.

Eu não estava infeliz com meus ganhos, mas queria crescer. Estava com dificuldade em escalar os valores dos meus artigos e também não tinha mais horas no meu dia. Estava cansada de fazer mais do mesmo.

Mas, eu não podia esperar a boa vontade de alguém me estender a mão. Peguei minha motoca e parti em busca de aventuras. Decidi que ia ter minha própria agência como social media.

Comecei a circular mais por eventos da minha região em busca de clientes.

Até consegui muitos interessados no meu serviço de social media. No entanto, a cada café que eu tomava e não fechava negócio, batia a frustração. A sensação que algo estava errado.

Na metade do ano, conheci um coworking que tinha aberto na cidade. Além de ter espaço para empresas e freelancers, o local também tinha estrutura para profissionais de saúde.

Agora, sim, eu sabia pra que lado virar o canhão!

Afinal, tinha conquistado uma grande experiência em criar conteúdo para a área de saúde.

Sabia o quanto médicos eram exigentes com suas redes sociais e pagariam bem por um profissional que fosse comprometido com detalhes, como eu sempre fui.

Assinei o contrato no coworking final de julho, mas sequer cheguei a usar todas as horas contratadas. Em setembro, teríamos o evento do Fire Festival com a equipe da Like e eu passaria muitos dias sem trabalhar.

Estava atolada de trabalho e não tinha tempo para fazer networking. Não podia perder mais clientes, mas também não queria mais pegar trabalho nos moldes de redatora freelancer.

Tudo mudou quando vi o anúncio da Like Marketing procurando por vários profissionais, inclusive redatores. 

Eu não tinha parado de estudar copywriting e tinha pedido para escrever a copy da página do curso do projeto que eu amo: Aprenda Neuromarketing.

Naquele dia, a Rejane leu a copy e aprovou. Enviou uma mensagem me dizendo que estava interessada em me contratar como copywriter, mas era para trabalhar no escritório de Garopaba.

Fiquei bem feliz, mas hesitei com a mudança. Eu sabia que gostaria de mudar para o litoral, mas Garopaba fica a 4 horas da minha cidade e não tem um ônibus direto. Era longe demais pra alguém que nunca tinha mudado de casa nem ficado longe da família.

Foi uma decisão bem difícil. Morar em um lugar sem pub de rock, sem churrascaria e sem ter carro pra voltar pra casa quando quisesse. Trocar a solidão da minha sala de casa por um ambiente cheio de… pessoas. Hoje, faria tudo de novo.

O futuro como social media

Quando comuniquei minha família sobre a mudança para Garopaba e sobre a vaga na Like Marketing, eles só viraram os olhos e não botaram fé. Isso porque outras agências já tinham tentado me empregar, sem sucesso.

É verdade que, no começo, um emprego era o meu maior objetivo.

Acontece que, quando essas propostas chegaram, eu já tinha descoberto que trabalhar com conteúdo por conta própria era muito mais vantajoso.

Eu não sabia como, mas sabia que existiam maneiras de crescer e escalar meus ganhos.

Caso aceitasse alguma proposta de trabalho, passaria muito tempo ganhando o mesmo salário e não via grandes chances de me desenvolver.

Só que a proposta da Like era diferente. Eu via oportunidades de desenvolvimento. Não aceitei pela proposta salarial em si, mas sim porque quis aprender uma nova profissão.

Foi assim que cheguei em Garopaba no dia 20 de setembro, um sábado, com a moto na carretinha do carro do meu tio, alguns pertences no porta malas e a alegria de realizar uma grande meta que eu tinha para 2019: deixar a casa dos meus pais.

Para assumir uma cadeira na Like, tive que dispensar alguns clientes de redação freelancer. Uma outra agência que eu atendia me pediu que continuasse em um projeto e aceitei.

Dentro da Like, eu tinha um pouco do que buscava quando assinei contrato no coworking: um espaço de trabalho e interação com outros profissionais.

A participação ativa nos projetos, que não era possível como colaboradora externa, fazia toda a diferença para mim.

Entendi que, por ser jovem, precisava ter mais experiência antes de empreender.

Vi no trabalho com a Like Marketing uma grande oportunidade de crescer profissionalmente, ganhar projeção e algum dia sim, com mais experiência e conhecimento, ter mais sucesso como empreendedora.

Se você quer saber o quanto eu ganho… Somando meus freelas, meu valor fixo com a Like e a participação em projetos, minha renda mensal nunca fica abaixo de 5 mil reais.

Alguns podem dizer “ah, mas como MEI, isso não é um grande valor”. Realmente, não é nenhuma fortuna, principalmente porque já tinha atingido os 5 mil reais como redatora de conteúdo e social media.

O ponto é: eu precisava comer feijão. Hoje, eu trabalho em meio a profissionais que me ensinam muito. Em um ano de trabalho na Like Marketing, eu aprendi:

  • Habilidades básicas de copywriting;
  • Afiei minhas espadas de social media;
  • Fui apresentada ao mundo da automação de marketing;
  • Tudo e mais um pouco sobre infoproduto;
  • Estratégias de conteúdo;
  • Estratégias de SEO.

Também fico mais tranquila que meus erros e acertos contam com o respaldo da Rejane Toigo. Como colaboradora, errar é muito mais tranquilo. Como empresária, um erro pode custar um cliente.

Apesar de ser trabalhadora autônoma, eu gosto de segurança.

Não estou falando só sobre pagar contas no fim do mês. Falo da segurança de saber que o meu trabalho é embasado em um método que já gerou resultados para muitos projetos.

Por isso, se alguém me pergunta se dá pra viver de conteúdo… ò, se dá!

Agora, falando sério…

Eu recomendo que você se especialize em estratégia. 

Não me arrependo de nada que tenha feito, porém, penso que teria ralado muito menos se tivesse estudado desde o começo como fazer estratégias para redes sociais antes de executar.

Poderia ter oferecido esse serviço para as agências que me contrataram como redatora e aumentado ainda mais meus ganhos com mais facilidade e velocidade.

Também teria mais segurança para buscar meus próprios clientes e justificaria os valores que sonhava em cobrar.

Por exemplo, ao fechar 4 contratos de 2 mil reais mensais, chegaria a 8 mil reais.

Se você pensa que a concorrência é grande, deixa eu te contar um segredo…

O mercado está saturado, sim, é dos fazedores de posts. Mas esses serão exterminados.

Os estrategistas, que vão dominar o mundo, ainda são raridade. As melhores oportunidades vão ficar com quem entende de estratégia!

Quer um conselho de quem passou 6 meses desempregada e sem saber pra que lado correr? Comece hoje, trabalhe duro e as oportunidades vão te encontrar.

Na época, não existia um curso como o Criadores de Conteúdo, que entrega tudo o que é preciso para ser um social media. Ah, se eu soubesse por onde começar…

Hoje, você tem essa oportunidade em mãos. Se leu até aqui, tem dois caminhos a seguir:

  1. Assim como rolou comigo, continuar ralando muito para escalar o seu negócio sem sucesso;
  2. Contar com o método testado pela Rejane Toigo em mais de 600 projetos e que hoje rende à Like Marketing um faturamento de múltiplos sete dígitos mensais. O Curso Criadores de Conteúdo é um verdadeiro cavalo selado.

A escolha está em suas mãos! Para mudar o rumo da sua carreira agora, eu te convido a fazer sua inscrição e juntar-se a mais de 4 mil alunos:

Treinamento on-line para aprender a criar conteúdo e

crescer nas redes sociais

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Sabrina Idalêncio

Copywriter na Like Marketing.